Imperador

3 jul

 

 

 


IMPERADOR

Tua presença máscula,
Vai bordando nas entrelinhas
Um coração frágil,
Que “entre suspiros”, derrete-se.

O teu amor gratuito apossa-se de mim.
Alucinando-me, drenando-me.
Entre corredeiras do sangue férvido,
As caldeiras explodem em êxtase e luxúria.

De ti ganhei o pecado e o perdão.
Por amar-te além da imensidão azul.
Ora – Sinos do campanário dobram.
Ajoelhada aos teus pés, colho dobrões dourados…

Oh! Inominável Ser, diga-me:
Tu és o além das fornalhas?
Tu és o mágico de Oz?
Quem és tu oh nobre ser?
Que alucina-me, hipnotiza-me com amor?

Meu grito ecoa acima das nuvens da certeza.
Pois a ti. Somente a ti – darei o devido valor.
Entregando-te além dos dotes, m’alma encantada.

Luciana Rocha.

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