Despida (Bela Síol)

13 nov

No espelho
Não há reflexo nem imagem.
Há alma e essência,
Que outros não vêem.
Uma nudez impetuosa,
Revelações do sagrado,
Intocável e desconhecido espírito,
Que habita um corpo,
E por ele se expressa.
A verdade é íntima,
A compreensão subjetiva.
Medo?
Só o meu
De um dia não me reconhecer.
Quanto aos outros?
Que se percam em interpretações
De minha pessoa.
Pobres! Quando não decifram a si,
Quando não se encaram,
Sem pudores.
Que caiam as máscaras!
Porque as minhas,
Se despedaçam ao meu redor,
E o que resplandece é real,
Sem receios e rodeios.
Pois a verdade pros que se amam,
É caminho seguro para a felicidade.

Bela Síol 13/11/2011

3 Respostas to “Despida (Bela Síol)”

  1. Pelotas Occulta 17/04/2015 às 14:46 #

    Republicou isso em PELOTAS OCCULTA.

Trackbacks/Pingbacks

  1. Despida (Bela Síol) | PELOTAS OCCULTA | Masoneria357 - 17/04/2015

    […] Publicado originalmente em Bruxas em Poesia: […]

  2. Despida (Bela Síol) | Masoneria357 - 19/04/2015

    […] Ver original […]

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