Covardia (Bela Síol)

14 jan

Beijar sem desejo,
Abraçar sem carinho,
Despertar a paixão sem intenção,
Brincar com o coração,
Próprio ou alheio,
Se jogar nas conquistas,
Daquelas que só servem ao ego,
Sem se importar com o outro.
Promessas feitas sem verdade,
Sonhos construídos de areia,
Nada mais que imperiosa covardia,
Dos que dizem amar da boca pra fora,
Sem se importar com mais ninguém.
Medo! Patético medo!
De se abrir e se deixar descobrir,
De viciar e se embriagar,
De vida e paixão,
E não controlar o coração,
Que quando apaixonado,
Baila ao ritmo das esferas.

 

Bela Síol 11/01/2012

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