Quando poetisa… (Bela Síol)

18 jan

Dedos que ganham asas,
E transportam pensamentos ,
Depositando líquidas palavras,
No cálice papel,
Que as mistura,
Como coquetel ,
Transbordando emoções.
Feliz a poetisa!
Que como menina,
Colore com tinta e pincel,
O colorido da vida,
Quando encontra o papel.
E suas palavras voam,
Como libélulas…
Transparentes e complexas,
Borboleteando em versos,
Rimando o universo,
Que carrega dentro de si.
Ora donzela,
Tecendo ingênua poesia,
Ora prostituta,
Denunciando a verdade crua,
Nessa mescla de sentimentos,
Que embaraçam a mente,
E perturbam ou alegram a alma.

Bela Síol 17/01/2012

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