Tudo há de ser flores…(Bela Síol)

29 fev

Nos meus devaneios,

Descobri que gosto de sangue,

Quente, vibrante, corrente nas veias,

Amor tem que ter essa quentura,

A imprevisibilidade a cada manhã,

O frio na barriga a cada beijo,

O desejo de surpreender todo momento.

Pra mim, se não for assim…

Deixa de ser amor,

E tornar-se lugar comum,

Aquele comodismo imperceptível,

Que vai se aninhando,

Entre mim e o meu amado,

Até nos tornar estranhos,

Que dividem o mesmo espaço.

Não! Não nasci para estar morta em vida!

Quero amor pulsante, bombeando meu peito,

Roubando meus pensamentos,

Inspirando emoções e poemas,

Todos os dias… pelo tempo que durar…

 

Bela Síol 29/02/2012

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