POEMA IMORTAL (Lu Rocha)

31 mar

É poema sem mão, rima ou cordão…
Liberdade, olhos que enxergam além do tufão.
Cigano e destino, asas à imaginação.
Mergulho no oceano profundo…
Pedreiro e construção, tijolos nos muros.
Por segundos segura a respiração.
Pena e tinteiro, nanquim verdadeiro, acordes de violão…
Abraço apertado – “pausa no tempo” – trem e estação.
Primavera e amor perfeito, casal verdadeiro.
Colcha de retalhos, acolchoado de penas…
Origami, trevo de quatro folhas e a sorte…
Lareira, fumaça de chaminé, lembrança e saudade…
Anjo das letras, que traz arco-íris na íris, leveza…
Desnuda-se no deserto da inocência,
Fica a cantarolar de olhos fechados…
Colhe nos vinhedos uvas doces,
Cultiva rosas multicores e, crê nos amores.
É alegria de circo, sorriso de criança,
Jovem infante, descanso idoso…
Nas margens do rio da vida atira as cinzas…
Não há morte! Segue o caminho nos ventos da bonança.
Nada morreu! Anjo gato Romeu
Saiba que lá doutro lado da vida está Deus,
Vibrando o teu coração no peito do Céu.

Luciana Rocha – 30/03/2012.

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