Quando digo que amo… (Bela Síol)

7 abr

Quando digo que amo, simplesmente é literal e verdadeiro. Não tem mensagens subliminares, nem promessas implícitas. Apenas verbalizo o que sinto. Não assinei nenhuma cláusula de incondicionalidade ou eternidade. Pode ser que o amor mude, influenciado por inúmeras circunstâncias. Pode ser que eu reaja às suas ações, recolhendo o meu amor e ofertando-o a outro. O amor é só meu e posso fazer dele o que quiser, quando quiser, com quem quiser.  Inclusive posso vivê-lo em silêncio, sem que jamais você saiba, por achar ser o mais prudente a se fazer. Não me cobre o pra sempre, porque o pra sempre pode mudar de repente. Tanto de minha parte, quanto da sua. Outra cláusula que não existe no meu contrato de amor é a da reciprocidade. Amar e ser correspondido, é o que há de melhor, mas amar já é algo bom. Me preenche de vida e alegria. Portanto, quando amo e digo que amo, não condiciono a ouvir o mesmo de volta, porque não quero pagar o preço de você dizer apenas para retribuir o que ouviu. Quero que diga se for verdadeiro…

 

Bela Síol 07/04/2012

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