Alma incandescente (Bela Síol)

17 nov

Tentei negar meus instintos,
Calando a indecência do meu te querer,
Mas meu corpo deu os sinais,
E incendiei meus pensamentos em você.

Quase o fogo me escapa entre os dedos,
Nesse turbilhão de desejo e medo,
Que me consome incessante,
Nessa vontade incandescente,
De fazer nem sei bem o que,
Só pra estar com você.
E vens porque o chamo em silêncio,
Clamando teu nome em poesia muda.
Retornas porque de mim te alimentas,
E no meu corpo sacias tuas loucuras,
Voltas porque és todo certezas,
De que de dentro de mim nunca partiste.

Bela Síol 14/11/2012

Incandescent soul

I tried to deny my instincts,
Silencing the indecency of my wanting you,
But my body gave the signals,
And burned down my thoughts of you.
The fire almost escaped me between my fingers,
In this whirlwind of desire and fear,
Consuming me unceasing,
In incandescent will,
To do not quite know what,
Just to be with you.
You come because I call you in silence,
Claiming your name in a mute poetry.
You return because I am all you need,
And in my body sate your follies,
Return because you are sure,
You never had gone from my heart.

Bela Siol 14/11/2012

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: